paulovinheiro-estudo 060608-2
Uma a uma, uma a uma, conta a conta, sem conta a contar
Pedra branca e pedra negra, quanta pedra se conta, num mesmo colar
Conta um conto quem conta com a conta
Que conta se passa a se espedaçar
Verdade, mentira, manhã feita noite, com estórias bonitas a nos enganar.
O dia se passa a gente a passar
Ele anda com a gente a levar
Parada e surda a tartamudear
A gente à frente de rio corrente a se libertar.
Livre nas margens que acomoda o corpo
Avante, ora silente, ora rugente
Tendo na mente um som a soar
Enquanto palavras não, em êxtase tão
Em silêncio profundo a se aprofundar
Não mais canto a palavra, OM - Sou Tudo a toar.
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