segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Mão inglesa

paulovinheiro
12052010

Não podemos nos distrair com bobagens. Serei curto, mas tenho um só objetivo.
Mesmo que eu tente colocar tudo numa página, não nos enganemos com as aparências, seja de onde virem. O mundo, certamente, é maior do que uma página.
Infelizmente, os meios de comunicação cultural, tem a necessidade de emocionar e não dá uma resposta objetiva a coisas objetivas. Produto não é cultura e cultura até pode ser produto.
O emocional, certamente, existe, mas não é o emocional quem arcará com os resulta-dos concretos da escolha errada... arrependimento não é nada frente ao fato de uma escolha errada. A gente terá de continuar vivendo. Os movimentos sociais não deveriam, portanto, serem manipulados emocionalmente e sim com a razão de quem quer o que quer, portanto conhecimento é tudo, análise histórica, feita por você mesmo.
Conhecimento, diagnose dos fatos e captação do fundo sentido das coisas, isto sim.
Ao completar a primeira metade do meu centenário pude compreender que tudo aquilo que me ensinaram em todas as escolas que participei, e com tudo que me encantou em relação à vida, e as manifestações das demandas sociais, eram imagens projetadas e nada tinha com o que acontecia de verdade, e quando alguma coisa quis me orientar pelo certo minha ingenuidade consentida me manteve em caminho contrário à razão.
Em relação à política eu fui tendido ao pensamento de esquerda. Como eu nunca fui um esquerdista fanático era, entre os apaixonados da mão inglesa, chamado de fraco ou tímido.
Um dia resolvi me perguntar quem ganhava com a direita e a esquerda? Isto é, quem ganhava com a divisão? Como foi criada historicamente esta divisão? Quem ganhou o quê?
Descobri uma coisa interessante e é esta coisa que me guia neste momento.
A ingenuidade das massas e o despreparo psicológico das mentes acostumadas e corrompidas com os dramalhões culturais e ideológicos, ou entretenimentos retardantes, que os meios de comunicação vomitam dioturnamente sobre nós, nos enfraquecem a cada dia. Assim, perdemos mais força quando nos identificamos com a dor, com esperanças imbecis, com polêmicas (sejam quais sejam).
Se pensarmos num mundo novo e se queremos ser parte integrante dele como um agente positivo e não como vítima ou vilão, decerto temos de renascer. O velho personagem deve morrer. Cientificamente teremos de mudar. Para um novo mundo um novo homem.
Qual novo homem queremos ser: aquele que nos ensinam através dos meios de comunicação de massa (novelas, jornais nacionais, mentiras institucionais, etc.), ou aquele quem abandona a ingenuidade consentida, o amor em ser enganado pra se sentir vítima, etc.
Não estou convidando as pessoas pra se tornarem gênios, cdfs, grande intelectuais, revolucionários de armas, etc, não. Pode ser muito melhor que isto. Veja abaixo.
Porquê as pessoas bebem tanto, se drogam tanto, se anulam tanto? Por escolha? alguns sim. Alguns não. Temos de saber que isto é muito útil praqueles que precisam de nós apenas pra votar e tirar dinheiro.
Ao ler isto se você continua confortável em ser o que foi programado pra ser, para-béns. Se você não se encaixa nisto parabéns pra você, neste caso eu não escrevi pra você, parabéns mesmo. O importante é o que faremos a partir de agora.
Falemos de consciência social. Não quero confrontar ninguém. Dei uma sugestão. Ela é conteúdo ou papel de embrulho. Sua finalidade depende de você.
Bom uso.

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