quinta-feira, 17 de março de 2016
E... o que vem depois.
Lembro que há tempos a política brasileira era compostas por discursos polidíssimos, vernaculares, português usado de forma perfeita, ininteligível ao brasileiro médio, ou comum, e o Brasil era feliz.
O Brasil dos doutores era perfeito e, parece, o povo emburreceu e, em sua crise imperdoável expulsou os perfumados adotando os gambás. Insurgentes desmiolados?
Getúlio foi perfeito, trabalhou para um povo que o adorava, idolatrava. Trabalhou para as corporações que bancou sua quase eterna presença política. Então, por que o gatilho foi puxado?
JK fez um trabalho lindo e fez a população caranguejo seguir sertão adentro. Ele redescobriu o Brasil. Porém a que preço?
O Brasil marchou à esquerda com o Jango e o rumo foi corrigido com uma guinada à direita. Terrorismo de direita. Atentado de direita. Certamente toda ação provoca uma reação em sentido contrário, porém, naquele caso com intensidade reprimida.
Populismo e populistas, direita e esquerda; sabedoria e loucura se confundindo.
Cada vez que vemos uma revolução social não temos ideia da magnitude das decisões que seus integrantes maiores não tomam.
Minha preocupação é o que vem depois.
Toda ação dispara uma reação.
Ao cortarmos a cabeça do monstro o que virá em seu lugar?
O povo brasileiro empurro Collor rampa abaixo e assumiu um vice pálido, exangue, mas poderia ser pior.
Na história FHC cumpriu o seu papel e nos pediu que esquecêssemos tudo o que ele havia escrito, porém eu não consigo esquecer.
O Lula, pois, o Lula é o Lula. Uma história de sindicalismo. Quem o conheceu na liderança de sindicato tem muitas histórias macabras para contar. Sofremos a reencarnação do pai dos pobres, mas não é bem assim, não é?
A história nos ensina que logo após a independência do Brasil a condição de governabilidade era precária e o nosso Rei virou escravo de bancos internacionais.
Todos os presidentes citados aqui tem como companhia constante os olhos do grande irmão do mundo. Para aguentar a pressão só tomando todos os copos e voltas.
Nosso Banco Central não é independente, ele depende do mercado que é guiado pela mão internacionalista.
Quem será o próximo presidente do Brasil? Mais do mesmo?
Pouco importa quem será. Seja quem for, ele tem que ser submisso, tem que ser cúmplice, tem, no mínimo que se calar.
Imaginem o quadro: alguém chega à presidência e resolve confrontar todos os financiadores de campanha, inclusive sua própria; descumprir os acordos que seu partido faz; etc.
O nosso país, nossa pátria, depois que foi descoberto, cobriu de ouro e joias, e riquezas, grupos organizados que vieram para cá. Enriqueceu a Europa.
Para que Maurício de Nassau fosse Portugal pagou para a Cia. Das Índias Ocidentais mais que trinta toneladas de ouro. Assim os velhos sanguessugas continuaram a roer o nordeste de nossa Pátria.
O Brasil é um grande negócio onde não fomos convidados a participar. Somos a maioria com participação minoritária, enfim, pagamos a conta.
Estou certo que o próximo quem assumir o leme desta nave, cedo ou tarde, ou antes disso, estará comprometido com o sistema que a maioria não tem como compreender.
Você sabe como funciona o Banco Central? Qualquer dos Bancos Centrais do mundo? A quem ele se reporta? Quem dita as regras? É bom, brasileiro, saber dessas coisas.
Deus salve o Brasil. Só ele pode nos salvar.
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